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sexta-feira, 2 de outubro de 2015

A incrível salada de feijão fradinho [que foi parar na revista Menu!]

 

O ingrediente especial de certas comidas é o tempo... Uma simples salada de tomate, cebola roxa, pimentão verde e feijão fradinho, temperada com cebolinha, sal, balsâmico e azeite, se transformou em um acompanhamento muito especial! Preparei-a de manhã, antes de sair de casa, e deixei-a coberta, mas fora da geladeira, para que os ingredientes soltassem seus sucos e formassem um molho único. Simplesmente perfeita!

segunda-feira, 1 de setembro de 2014

Crepes de milho [empilhados, enrolados, quentes, frios...]

 

Para quem gosta de salada de tomate e cebola, essa pilha de panquecas é um almoço perfeito para um dia quente. Mas, se você não é assim tão maluco por cebola crua, entremeie os crepes com queijo, tomate e orégano, e leve-os ao forno. 

São suficientemente firmes para serem recheados, enrolados, cobertos com molho e finalizados com um pouquinho de queijo, para gratinar. Para quem não está acostumado, fazer crepe parece ser um mistério, ma a verdade é que o primeiro nunca fica perfeito, e com a prática, tudo fica mais fácil!

quinta-feira, 14 de agosto de 2014

Salada de abobrinha na chapa, com molho tahine [comeria todos os dias]

 

Gosto de usar óleo de coco para untar formas de bolo e a máquina de waffles, porque ele aguenta bem o calor e ainda deixa um perfume delicioso no ar. Também gosto de usá-lo para fazer refogados, panquecas e bolinhos, na frigideira, mas acho que não sei cozinhar sem azeite... E sem tahine! Essa pasta de gergelim é uma beleza; faz bolos, cookies, trufas e um molho que é perfeito para acompanhar salada ou carne -  e tem alguém que come até de colher...

sexta-feira, 1 de agosto de 2014

Tortillas de milho [milho verde e farinha de milho]



comentei que ainda não me organizei para fazer a tradicional tortilla de milho, mas esta de hoje foi a que chegou mais perto dela, tanto pelo visual quanto pelo gosto. Fiquei orgulhosa, exibida e louca para prepará-las novamente, confesso!

Essa prensa linda foi presente de um amigo muito especial, e veio diretamente do México. Se não tiver uma dessas, improvise fazendo pressão sobre uma tábua, ou usando um rolo de massa. Ou, ainda, encomende uma de madeira (dica da Neide Rigo). Só não cometa o erro de fazer uma só receita para duas pessoas comilonas; depois de cada um comer as suas quatro tortillas, ainda restava um bom tanto dessa deliciosa salada e de queijo de coalho dourado na chapa. A solução foi aquecer, em uma das bocas do fogão, um pão sírio congelado...



quarta-feira, 23 de julho de 2014

Nachos de farinha de milho e polvilho doce



Não sei se foi o suculento taco adobado que comemos na incrível Taquería la Sabrosa, a vontade de me esquentar com um prato de sopa mexicana com pão de milho ou o chilli da Patricia, mas quando vi que tinha abacate, cebola roxa, tomate, limão, pimentas e coentro, não pensei duas vezes no rumo que iria tomar.

Já preparei tortillas com uma mistura de farinhas de milho e trigo, só com farinha de milho e com uma masa pronta, própria para tortillas; basta misturar água, fazer uma bolinha, abri-la em uma prensa e colocá-la sobre uma chapa bem quente. Ainda não tive coragem de prepará-la do zero, a partir de milho cozido com cal (milho nixtamalizado), mas a Neide Rigo testou tudo aqui. Tortillas prontas podem virar nachos, se forem cortadas e fritas, mas como odeio fazer fritura, acabo pincelando-as com óleo ou azeite e levando os triangulozinhos ao forno.

Desta vez resolvi mudar tudo; preparei crepes feitos à base de farinha de milho e polvilho doce, para fazerem as vezes de tortilla, depois cortei cada uma em quatro pedaços e levei-os ao forno para que endurecessem. Se quiser tacos, deixe-os no forno por menos tempo, apenas para que sequem um pouco e peguem aquele formato de barquinha; para nachos, aqueles com cara de "doritos", espere que fiquem firmes, mas não queimados. Modéstia a parte, mas ficaram show!

domingo, 13 de julho de 2014

Salada de erva doce assada com zaatar [com tâmaras, nozes e mel de laranjeira]


Para quem gosta de doce com salgado, esse é um prato bem interessante! Tem todo o perfume da erva doce, o tempero forte do zaatar, a doçura da tâmara, a crocância da noz e o brilho do mel. Aconteceu sem querer, uma coisa foi puxando a outra, mas posso dizer que é uma salada para esse tempinho frio, e pretendo repeti-la muitas vezes!

terça-feira, 21 de janeiro de 2014

Salada quente de batata e ervilha torta



Coloquei água salgada para ferver, em uma panela grande tampada, e comecei a descascar as batatas, para então cortá-las em pedaços não muito pequenos. Quando a água ferveu, coloquei-as dentro da panela, liguei o forno na temperatura máxima e comecei a separar os demais ingredientes da minha salada: cebola, alho, tomatinho cereja e ervilha torta. 

Salada de quinoa e folhas de cenoura


Salada rápida e deliciosa; basta misturar quinoa cozida, tomate, cebola, azeitona preta e folhas de cenoura, temperar tudo com sal, azeite e pimenta fresca. Finalizei com um fio de azeite siciliano e mais cubinhos de pimenta fresca.

sábado, 1 de junho de 2013

Salada quente de grão de bico e rabanete


Bem na onda da CozinhaBandida, repaginando algo que já tenha pronto na geladeira, apenas aqueci uma salada de grão de bico, tomate e cebola, que tínhamos almoçado no dia anterior com homus e pão libanês. Para finalizar, pimenta do reino, folhas de salsinha, azeite grego, queijo de cabra e uma fatia do delicioso pão integral com azeitona.

terça-feira, 2 de agosto de 2011

Salada quente de feijão, batata e tomate


Enquanto um tanto de água salgada tenta alcançar a fervura, descasque uma batata grande e corte-a em tirinhas; cozinhe-as na água fervente apenas por alguns minutos, para que fique al dente; cozida, mas resistente quando espetada. Tire as batatas da água, tampe a panela e ajuste a chama para a temperatura mínima.. Se for demorar para passar ao próximo passo, tenha em mãos uma tigela com água fria, para parar o cozimento das batatas. Enquanto isso, aqueça uma panela média, de fundo grosso; corte dois alhos em cubinhos e refogue-os em um fio de azeite, quando a panela já estiver quente; adicione um tomate cortado em cubos e mexa rapidamente, para não queimar. Coloque na panela dois punhados de feijões cozidos, também al dente; após alguns minutos, quando o feijão estiver quente, adicione as tirinhas de batata e mais dois tomates em cubinhos. Se precisar de algum líquido durante esse processo, use um pouco da água do cozimento da batata, mas apenas o necessário. Sacuda a panela, delicadamente, apenas para que os ingredientes se misturem; desligue o fogo e tampe-a. Coloque dois ramos de brócolis na água do cozimento da batata e tampe a panela. Aguarde cinco minutos e disponha a salada quente em dois pratos, acompanhada dos ramos de brócolis e temperada com um fio de azeite, lascas de um bom queijo amarelo curado, tirinhas de pimenta fresca, gotas de limão, folhas de tomilho e uma pitada de flor de sal, ou de um bom sal moído na hora. 


quarta-feira, 27 de abril de 2011

Pão de forma integral definitivo (pelo menos até amanhã!), um presente e um sanduba

Vô, obrigada pela faca!!! Sim, nobres leitores, morram de inveja; o meu avô lê o meu blog e testa as receitas!!!

 


Fiquei muito feliz quando consegui preparar um pão 100% integral que pude descrever como muito saboroso e de textura aceitável para um pão integral, mas ainda não estava satisfeita, não era o meu pão integral definitivo, até que coloquei a cachola para funcionar e decidi peneirar toda a farinha, não apenas metade, e no lugar de um aspecto farelento e um pouco quebradiço -apesar do gosto maravilhoso- consegui um pão de textura macia que solta longas "lascas" ao ser cortado com as mãos. Sem sombra de dúvidas, o definitivo, pelo menos até amanhã...

 

Quanto ao presente, quem leu o post sabe que meu avô ficou muito interessado ao me ver preparar pães em casa, a ponto de já ter substituído a balança de precisão que usava para pesar as peças de aeromodelo por uma digital, comprar formas e encher a despensa com farinha integral orgânica; outro dia ele me ligou e disse "tenho duas novidades; a primeira é que acabo de fazer o melhor pão do mundo, quando quiser aprender, venha aqui; a segunda é que a sua faca elétrica já chegou, se quiser pegá-la, venha aqui". Garota obediente que sou, fui e voltei; garanto a vocês que ninguém sai daquela cozinha sem ser devidamente apresentado aos seus pães premiados...




Por fim, o sanduba dispensa maiores apresentações, apenas pão, ovo e sal, acompanhado de salada de tomate, espinafre fresco, beterraba assada, queijo de cabra, pimenta do reino e azeite grego.


PÃO INTEGRAL DEFINITIVO (pelo menos até amanhã...)

adaptado deste
tempo de preparo: 10 min. + 3 horas de fermentação + 30 min. de forno
rende 1 pão

- 300g + 1 colher (sopa) de água mineral, se necessário;
- 6g de fermento ativo seco instantâneo (ou 18g de fermento fresco);
- 500g de farinha de trigo integral orgânica peneirada;
- 12g de sal marinho;
- 18g de açúcar - uso demerara orgânico;
- 33g de manteiga sem sal e
- um pouco de azeite e manteiga - o primeiro é usado para besuntar a massa durante a primeira fermentação; o segundo, para untar a forma.

Seguindo o passo a passo do pão original, coloquei todos os ingredientes na batedeira** e deixei que ela misturasse e sovasse tudo; como achei que a massa estava um pouquinho seca, adicionei 1 colher (sopa) de água) e continuei o processo. Fique atento,  assim como a umidade do dia, as farinhas variam - e muito!- conforme a marca; portanto,  se precisar, adicione, aos poucos, mais água ou mais farinha, até alcançar uma massa boa, que não grude nos dedos nem seja úmida ou seca em demasia. Não tenha medo de errar; meta a mão na massa, literalmente, tenha em mente como a massa deve ser, e confie nos seus instintos!
Cuidado com a sova, que tem de ser bem feita, e com o tempo das fermentações; na primeira deixe que ele dobre de tamanho, na segunda, deixe que cresça até que a parte superior, abaulada, fique aproximadamente 2 cm acima da forma.
Pré-aqueça o forno a 250ºC e mantenha essa temperatura nos primeiros 10 minutos; abaixe-a para 230ºC nos últimos 20 e, ao final, verifique se emite um som oco quando se bate na sua base com o nó dos dedos, conforme indicado no post.

* peneire a farinha toda e devolva à tigela o que não passou por ela. Para saber se a farinha que está usando é ótima ou não, observe as partes que ficarem na peneira; se puder verificar que são partes do grão, como um farelo, a farinha está boa e renderá um pão ótimo; se o que restar se parecer com uma areia grossa, pode continuar, mas o resultado não será o mesmo. Já vi variações como esta em diferentes sacos de farinha da mesma marca e mesmo lote. É bom observar o que fica na peneira e o resultado para poder escolher a farinha que mais se adapta ao seu uso. 

** também pode ser feito à mão; já testei das duas formas e ambas ficaram excelentes, mas a sova tem de ser bem feita...

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

Saladinha de feijão branco


Quando cozinho grão de bico para preparar um homus, por exemplo, sempre guardo um pouco dos grãos pra fazer uma salada durante a semana; esse mesmo processo pode ser feito com um restinho de quinoa, de feijão branco ou de qualquer outro grão que tenha sobrado do dia anterior. Tomate, azeite, erva fresca e sal geralmente bastam, mas muitas vezes um queijinho é bem vindo, assim como talos de espinafre refogados ou aquela última arvorezinha que está esquecida na geladeira...

Para essa salada da foto basta misturar  feijões brancos cozidos, tomates em cubos e azeitonas pretas picadas, temperar tudo com tomilho fresco, pimenta do reino, um bom azeite e uma pitadinha de sal. Misture tudo e reserve a salada  por alguns minutos, para que o tomate solte um pouco de suco. Misture tudo uma última vez, disponha a salada nos pratos e finalize com um toque de flor de sal. 
 


quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

Fiori di Zucca: salada quente e omelete para comemorar um presente tão especial!



Como já contei para vocês, depois de tanto resmungar por não encontrar flores de abobrinha no mercado, justamente na semana do meu aniversário recebi esse lindo e inusitado presente do pessoal do Sementes de Paz; esses meus fornecedores são muito especiais! ;)

Desesperadamente louca e totalmente atrasada, mandei tudo às favas e fui preparar uma omelete com o meu bouquet; afinal de contas, não poderia deixá-lo apático na cozinha, esperando que eu voltasse quase dez horas depois... Apenas refoguei alguns talinhos de espinafre na minha linda frigideira de cerâmica, adicionei  dois ovos ligeiramente batidos, mexi por alguns segundos, adicionei queijo, um toque de sal, as flores e pronto. Para quem tem dúvidas de como fazer uma bela omelete, veja esse vídeo do Oliver; é esclarecedor!

 
 
 

Algo muito importante com relação às flores é a limpeza; você deve retirar o pistilo interno, que é amargo, e qualquer parte espinhosa externa, passá-la rápida e delicadamente pela água e secá-la com papel toalha. As brasileiras não são como as italianas, maiores e mais resistentes, que podem ser recheadas e fritas; por algum motivo que já estou sondando com o pessoal do mitier, as nossas são pequenas e delicadas, mas tem o seu charme e aplacam um pouquinho a saudades da bota... Na manhã seguinte presenteei a minha querida professora de italiano, Letizia, que abriu um enorme sorriso ao olhar para a flor...

Ainda no mesmo dia preparei uma salada, rápida e absolutamente deliciosa; hoje agradeço muito por ter contornado a preguiça e preparado as flores ainda no dia em que chegaram, pois no dia seguinte, tanto fora como dentro da geladeira, com e sem água, elas se deterioraram sumariamente...
 
Para falar que nunca vi ninguém vendendo essas benditas flores, recentemente vi uma bandeija na Santa Luzia, mas é claro que não eram orgânicas como as minhas... Pô, comer flor com agrotóxico é demais para qualquer um, creio eu... :P

Salada de vagem com flor de abobrinha e queijo branco
inspirada nessa receita
rendimento: 1 porção

- 1 punhado de vagens - pontinhas com cabo já cortadas;
- 1/2 abobrina cortada ;
- 2 fatias de queijo branco;
- folhas de tomilho fresco;
- pimenta dedo de moça em cubinhos;
- azeite; 
- uma pequena meia-lua de limão - 1/10 de unidade, aproximadamente;
- flor de sal e
- 3 flores de abobrinha - devidamente limpas conforme explicado acima.

1. Em uma frigideira de cerâmica, ou antiaderente, com um fio de azeite, doure os dois lados do queijo branco e reserve-os.
2. Sem desligar o fogo, refogue as vagens; como gosto delas bem al dente, não passo-as por água ou vapor previamente, mas se você achar necessário, apenas mergulhe-as na água fervente por alguns segundos, e leve-as imediatamente à frigideira quente, para finalizá-las. Reserve-as.
3. Ainda sem desligar o fogo, acrescente mais um fio de azeite e refogue as abobrinhas; aqui também vai depender do ponto que desejá-las.
4. Corte as fatias de queijo branco em cubos e coloque-os em uma tigela, junto com as vagens e a abobrinha. Regue com azeite, uma espremidinha de limão, salpique a pimenta em cubinhos e as folhas de tomilho, mexa bem, mas delicadamente, para que os sabores se misturem. 
5. Disponha a salada no prato, acomode as flores e salpique uma pitada de flor de sal.


terça-feira, 30 de novembro de 2010

Salada de figo e folhas de rabanete



Toda gente homenageia
Januária na janela
Até o mar faz maré cheia
Pra chegar mais perto dela
O pessoal desce na areia
E batuca por aquela
Que, malvada, se penteia
E não escuta quem apela

Quem madruga sempre encontra
Januária na janela
Mesmo o sol quando desponta
Logo aponta o lado dela
Ela faz que não dá conta
De sua graça tão singela
O pessoal se desaponta
Vai pro mar levanta vela

 Januária - Chico Buarque

Esse prato ficou tão delicado, tão feminino; eu o comi bem lentamente, apreciando cada um dos sabores, deliciando-me a cada garfada... Experimentem usar as suas folhas de rabanete; tenho certeza que nunca mais pedirão para ninguém cortá-las! ;)

Procurem pelos figos orgânicos, plantados e colhidos com todo o carinho -reparem no esparadrapo!-,  maduros e saborosos como eu nunca vi sendo vendidos aqui no Brasil!



Salada de figo e folhas de rabanete

- 1 figo maduro;
- folhas de um ramo de rabanetes - bem lavadas para retirar qualquer resquício de terra;
- um punhadinho de passas pretas;
- 6 folhas de sálvia;
- 1 fio de mel;
- 1 fio de azeite;
- 1 colher de sopa de coalhada seca;
- pimenta do reino moída na hora e
- uma pitadinha de flor de sal;

1. Esquente uma frigideira de cerâmica (ganhei de aniversário do tio M.!) ou antiaderente; sele o figo aberto ao meio até que o açúcar se solte e forme um leve caramelo na superfície que está em contato com a frigideira. Reserve-o.
2. Sem desligar o fogo, adicione as folhas, mexa, e acrescente uma xícara de café de água, para que o caramelo dos figos se solte da frigideira e tempere as folhas. Se uma xícara não for suficiente, espere toda a água evaporar e acrescente mais uma, mexendo sempre. Adicione as passas, mexa, adicione 4 folhas de sálvia e transfira as folhas para o prato. 
3. Disponha os figos sobre as folhas e tempere tudo com o mel, azeite, sal e as duas folhinhas de sálvia que restaram. Acomode a coalhada seca sobre o figo e deleitei-se. Tão simples, tão rápido e tão bom...

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Delicioso molho para saladas a base de picles e cebola roxa



Molho para saladas a base de picles e cebola roxa
Rendimento: 2 porções


- 1 colher (sopa) de alcaparras;
- 1 colher (sopa) de mostarda;
- 1/2 cebola roxa cortada em cubinhos;
- 1 picles em conserva, cortado em cubinhos;
- pimenta do reino moída na hora;
- azeite e água.

Misture tudo para que todos os ingredientes se agreguem, adicionando azeite e um toque de água apenas para dar a consistência desejada ao molho; sirva-o sobre folhas verdes, ou mesmo em um sanduíche. O gosto do picles com a mostarda chama um pão mais escuro, com grãos...

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

Canapés (ou salada) de pupunha, abobrinha e coalhada seca


Confesso que quando preparei esse prato o fiz pensando em uma salada, mas quando começamos a comer percebi que, intuitiva e concomitantemente, nenhum de nós triscou nos talheres; aproveitamos o pupunha em rodelas como base para a abobrinha, e foi assim com o prato todo... Moral da história, outra ótima opção para quem não pode comer glúten!


 Canapés (ou salada) de pupunha, abobrinha e coalhada seca

- palmito pupunha em fatias;
- 1 abobrinha italiana em fatias;
- coalhada seca;
- pimenta rosa em grãos;
- nozes e pistaches;
- azeite e sal.

Grelhe a abobrinha ou frite as rodelas em uma frigideira bem quente com um fio de azeite; disponha em um prato o palmito e a abobrinha, tempere com um fio de azeite, uma pitada de sal, pimenta rosa e as castanhas. Sirva com a coalhada.
  

domingo, 26 de setembro de 2010

Saladinha a base de quinoa



A quinoa  é um grão - ou, como li em alguns lugares, um "semi-grão" - originário dos Andes, e pode ser encontrado nas variedades branca, preta e vermelha; na forma de grãos, farinha ou flocos. Nutricionalmente vantajosa e muito indicada para os vegetarianos, para mim é apenas mais um item que incluo na minha alimentação; um grão muito saboroso com um sabor fusionado de amendoim e gergelim, cozinha rapidamente e se conserva bem na geladeira,  é maravilhosamente versátil e seu restinho sempre pode virar a salada de amanhã, como foi o meu caso!

Essa salada é uma simples e deliciosa combinação de milho, quinoa vermelha, tomate e queijo branco em cubinhos, manjericão, azeite grego e pimenta do reino moída na hora. A inspiração veio daqui; além de quinoa, milho e tomate, esta salada leva repolho e pepino, acompanhada de um molho a base de mostarda dijon, maple, limão e sal. Fica a dica!


Modo de preparo da quinoa
daqui


Assim como para o arroz, usam-se duas medidas de água para cada uma de quinoa; ambos devem ser levados a fogo brando, por 10-15 minutos, até que ela dobre de volume. Na primeira vez que a preparei o fogo estava alto, a água evaporou rapidamente e ela deu uma grudadinha no fundo... Ficou tão gostosa, parecendo gergelim torrado, e desde então, quando a quero para o fim desta substituição, preparo-a dessa forma. Para a salada da foto fiz como manda o fabricante, pois queria o grão gordinho e macio!

Segundo o fabricante, conserva-se bem na geladeira por até três dias.

domingo, 12 de setembro de 2010

Salada de abacate e manga com vinaigrette cítrica de grappa



Me apaixonei por essa salada, que além de unir o doce das frutas ao amargor da rúcula, vem acompanhada de uma vinaigrette bastante convidativa. Eu não costumo fazer temperos com cebola crua, pois apesar de adorar o seu sabor, fico me lembrando dele pelo resto do dia... Ainda assim, teimei e resolvi experimentar, trocando, apenas, a tequila, pela grappa, e sua doçura harmonizou perfeitamente com as frutas da salada...




Não repararam em nada nas fotos? Quando montei a salada o telefone tocou, e ao retornar para finalmente fotografar e comer me esqueci de temperar a salada com a vinaigrette e o fiz apenas com azeite e pimenta do reino... No fim deu tudo certo e foi uma delícia, mas a bendita não apareceu nas fotos. :/


Salada de abacate e manga com vinaigrette cítrica de grappa
adaptada daqui

rendimento: 4 porções*

Para a vinaigrette
- ½ colher (chá) de raspas de limão tahiti;
- ½ colher (chá) de raspas de laranja;
- 2 colheres (chá) de suco de limão tahiti;
- 1 colher (sopa) de grappa [a receita original pedia Tequila];
- 1 colher (sopa) de vinagre de xerez;
- 3 ½ colheres (sopa) de azeite;
- ¼ ou ½ colher (chá) de tabasco, a gosto e
- 1/8 colher (chá) de sal.

Para as tiras de tortilla**
- 1 tortilla grande cortada em tiras;
- 2 colheres de sopa de azeite e
- uma pitada generosa de sal.

Para a salada
- 4 punhados de rúcula sem as raízes, lavada e seca;
- 1 manga madura, sem a pele, cortada em 8 fatias e
- 1 abacate maduro, mas ainda firme, sem a pele, cortada em 8 fatias.
 
Primeiro, faça a vinaigrette misturando as raspas, o suco, a grappa, o vinagre, o azeite, a pimenta e o sal. Reserve.


Para as tiras de tortilla, esquente uma frigideira grande e de fundo grosso em fogo médio/alto. Adicione o azeite e as tiras, e saltei-as por 2 ou 3 minutos, até que fiquem douradas e crocantes. Tranfira-as para um prato e salpique o sal*. Reserve.


Na hora de servir, coloque um punhado de rúcula em cada prato, tempere com metade da vinaigrette, disponha a manga e o abacate alternadamente, tempere com o resto da vinaigrette e finalize com as tiras. Sirva imediatamente!


* adaptei às quantidades totalmente a olho para conseguir uma porção; impossível mensurar, foi mais para um chorinho disso, uma pitadinha daquilo...

** após resfriarem à temperatura ambiente as tiras podem ser armazenadas em um recipiente fechado ,por até 3 dias. Omiti esse item do preparo porque tinha um pão fresquinho, mas acho que o pão sírio é uma possível substituição .


sábado, 14 de agosto de 2010

Insalata caprese...

Essa o tio Mauro vai gostar...




***suspiro***


sábado, 31 de julho de 2010

Salada de Folhas com Camarões e Abacate

Essa foi a primeira receita de um maravilhoso livro de saladas que trouxe da Itália, cuja autoria pertence a uma chef australiana, Elena Balashova. O livro é lindo, cheio de fotos e links para receitas semelhantes...





Estou tão maravilhada com a combinação do camarão e abacate que tenho feito essa salada de várias formas... Várias vezes...


Salada de Folhas com Camarões e Abacate

Insalate, de Elena Balashova, editora Gribaudo

rendimento: 4-6 pessoas

tempo de preparação: 20 minutos


- 1 maço de aspargos (omiti);

- 100g de folhas verdes mistas;

- 2 tomates grandes cortados em cubos (usei tomatinho cereja);

- 1 maçinho de rabanetes pequenos cortados finamente;

- 2 abacates pequenos cortados em cubos;

- 2 colheres de sopa de azeite;

- 30 camarões devidamente limpos;


para o molho:

- 6 colheres de sopa de azeite;

- suco de 1 limão;

- sal e pimenta moída na hora.


Leve os aspargos para cozinharem por 5 minutos, em uma panela com água fervente; corte-os em pedacinhos de 5 cm e reserve-os. Disponha as folhas, os tomates, os rabanetes, o abacate e os aspargos nos pratos ou tigelas em que serão servidos. Aqueça o azeite e salteie os camarões rapidamente, apenas para que mudem de cor. Misture os ingredientes do molho, disponha os camarões nos pratos e tempere a salada. Já fiz variações do camarão apenas mergulhado na água fervente por alguns segundos e também ficou ótimo!


Nota: Quando fui preparar um repeteco dessa receita, coloquei os ingredientes da salada em uma saladeira, despejei o molho e misturei tudo antes de dispô-la no prato. O sabor ficou ótimo, assim como o da primeira vez, mas achei o visual da primeira mais pujante, já que o abacate acaba deixando os demais com uma película verde; o mais prejudicado acabou sendo o camarão... Rs...



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