O ingrediente especial de certas comidas é o tempo... Uma
simples salada de tomate, cebola roxa, pimentão verde e feijão fradinho,
temperada com cebolinha, sal, balsâmico e azeite, se transformou em um
acompanhamento muito especial! Preparei-a de manhã, antes de sair de casa, e
deixei-a coberta, mas fora da geladeira, para que os ingredientes soltassem
seus sucos e formassem um molho único. Simplesmente perfeita!
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sexta-feira, 2 de outubro de 2015
sexta-feira, 12 de setembro de 2014
Waffles de milho e queijo de coalho [com gosto de salgadinho]
Esse ano eu posso dizer que realmente aproveitei a época do milho fresco.
Além das inúmeras espigas assadas na boca do fogão, no forno ou cozidas, dos refogados malucos e das saladas mexicanas, fiz pãezinhos com queijo branco, me arrisquei com lindas tortillas, descobri a delicadeza da polenta feita com milho fresco, assei um maravilhoso pão com farinha de centeio, cortei as espigas em fatias para um repeteco desta sopa de ares mexicanos, refiz a pamonha de forno, formei uma torre com os delicados crepes, fiz facílimas panquequinhas com erva doce e mel, mini picolés de milho com coco, um pão ridículo de fácil (e sem farinha de trigo) e ainda surgiram esses lindos waffles, dourados por fora, úmidos por dentro e com um inacreditável sabor de salgadinho!!!
terça-feira, 1 de julho de 2014
Sopa de tomate [para tomar fria ou quente]
Não me lembro exatamente quando isso começou, mas tomando pelas prateleiras dos supermercados, todos nós aderimos à praticidade das latas de tomate pelado. Além daquele molho rápido, dá para fazer essa sopa, que é gostosa bem quente ou à temperatura ambiente, ótima com um simples queijo quente no pão sírio, ou um sanduíche de mussarela de búfala e folhas de manjericão, feito em um pão de azeitonas pretas, com um bello fio de azeite...
segunda-feira, 9 de junho de 2014
Vinagrete de miolos de tomate, para nunca mais jogá-los fora, e bolinhos de batata
Minha mãe me deu um processador pequenininho, no fim do ano passado, e ele não saiu mais de cima da bancada. Tenho testado "pesto" com diversas folhas e castanhas, feito purezinhos do legume assado que sobrou do jantar, ou mesmo uma porçãozinha de homus de última hora, só porque tenho um pouco de grão de bico à mão. Realmente, esse aparelhinho é convidativo a pequenas preparações, e desde que o ganhei, todos os miolos de tomate tem virado molhinhos para a salada, como este da foto.
Sim, miolinhos de tomate, aqueles que vão direto para o lixo quando queremos a carne, mas não a umidade e as suas sementes. Odeio jogar comida fora, mas só tive ideia de guardá-los quando comecei a comprar orgânicos, anos atrás, e o preço era absurdamente alto. Hoje, na loucura inflacionária que vivemos, orgânico ou não, ele está caro, então acho que essa dica vem a calhar! Coloco-os
em um pote de vidro e amasso-os ligeiramente, com um socador, para
otimizar o espaço. Guardo esse pote no freezer e vou preenchendo-o
conforme os miolos aparecem.
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terça-feira, 21 de janeiro de 2014
Salada quente de batata e ervilha torta
Coloquei água salgada para ferver, em uma panela grande tampada, e comecei a descascar as batatas, para então cortá-las em pedaços não muito pequenos. Quando a água ferveu, coloquei-as dentro da panela, liguei o forno na temperatura máxima e comecei a separar os demais ingredientes da minha salada: cebola, alho, tomatinho cereja e ervilha torta.
Salada de quinoa e folhas de cenoura
Salada rápida e deliciosa; basta misturar quinoa cozida, tomate, cebola, azeitona preta e folhas de cenoura, temperar tudo com sal, azeite e pimenta fresca. Finalizei com um fio de azeite siciliano e mais cubinhos de pimenta fresca.
sábado, 27 de março de 2010
Linguine com tomates cereja e rúcula
O Ebraim gosta de massa com muito molho, o que realmente é ótimo, mas eu adoro um complemento leve e fresco...
Tomatinhos passados rapidamente na frigideira com azeite e temperados com orégano fresco e pimenta do reino. Pasta al dente, lascas de um bom queijo, rúculas orgânicas frescas, um fio de azeite e flor de sal...
sexta-feira, 30 de outubro de 2009
quarta-feira, 21 de outubro de 2009
quinta-feira, 8 de outubro de 2009
Macarrão rápido com restos da geladeira...
Almoço rápido e tecos de verduras na geladeira implorando para serem usados? Sem problema; coloquei água com sal para ferver em uma panela grande e preparei 80g de massa. Em paralelo, refoguei rapidamente tequinhos de alho poró, berinjela, abobrinha e tomate em um fio de azeite e desliguei o fogo. Escorri o macarrão reservando um pouco da água do cozimento e coloquei-o na frigideira dos refogados. Misturei tudo, adicionei um ovo ligeiramente batido, folhas de manjericão e um pouco da água do cozimento. Finalizei com parmesão, um fio de azeite e pimenta do reino. Bom, bonito e barato! RS...
domingo, 17 de maio de 2009
Comida de mãe, a melhor do mundo!
Em uma fria manhã de outono vejo as brumas se dissiparem e uma pequena embarcação surgir por entre elas... Minha querida bruxa decidiu acordar cedo no domingo e ir à feira; ainda não sei o que virá, mas com certeza, o resultado será inefável...
Ok, que "comida de mãe é a melhor do mundo" não é novidade; o raro é eu comer essa iguaria, já que é praticamente impossível fazer a minha mãe sair do meio dos seus adorados livros e voltar para a terra firme. Entertanto, para a minha surpresa, quando cheguei a sua casa ela se preparava para iniciar a magia... Todos os ingredientes estavam separados em suas devidas proporções, as cebolas estavam sendo minuciosamente cortadas, e eu me aprontei para anotar cada detalhe da poção...
Caldeirada de lula com batata
- 4 cebolas grandes
- 8 dentes de alho
- 7 tomates maduros
- 2 maços de salsinha
- 2 maços de cebolinha
- 1,5 Kg de lula limpas e cortadas em rodelas
- 3 batatas médias
- sal q.b.
- pimenta do reino
- azeite q.b.
- 2 xícaras de arroz
Essa caldeirada é uma receita espanhola, trazida de lá pelo meu querido tio Alberto - o eterno Tião Gavião -e passada a minha mãe pela tia Neusa, sua esposa.
Adicione as batatas descascadas e cortadas em cubos de aproximadamente 2 cm³, tampe a panela e, após a panela pegar pressão, conte 8 minutos. Tire novamente a pressão da panela, verifique o sal e adicione as folhas da salsinha, picadas no tamanho que desejar.
Se você não for servir entrada, essa quantidade de lula serve 4 pessoas, com direito a repeteco ; do contrário, serve 5. Outrossim, o tamanho da panela também é relevante. Tendo em vista que o prato é bastante caudaloso, o ideal é usar uma de 6 litros. Fiz o arroz de uma forma um pouco diferente da tradicional, cozinhando-o como se fosse uma massa. Fervi uma boa quantidade de água com sal e joguei o arroz já lavado. Deixei-o cozinhar até que ficasse al dente, escorri a água, coloquei-o sobre a água da torneira para que parasse o cozimento e reservei-o. Quando faltavam 2 minutos para o cozido ficar pronto, aqueci um pouco de azeite e dei uma fritadinha no arroz, apenas para esquentá-lo. Adicionei um pouco de sal, e pronto! Após montar o prato finalizei-o com um fio de azeite, pimenta do reino e algumas folhinhas de salsinha.
Algumas considerações antes de revelar a magia final... Sempre que algum prato de frutos do mar pede arroz, eu uso o de Jasmin, com ou sem leite de coco, dependendo da receita. Entretanto, como na casa da minha mãe só tinha o velho Tio João parboilizado, não tive para onde correr. Tenho de dizer, entretanto, que o resultado ficou bem harmônico, principalmente pela textura e pelo fato do arroz estar sem os temperos tradicionais. Por fim, sempre que eu olho para essa receita tenho vontade de picar uma dedo de moça e refogá-la junto com a cebola, mas a mamma não suporta pimenta, então continuo na expectativa...
Eu cometi um erro terrível ao clicar na foto abaixo para vê-la em tamanho original... Dá vontade de morder a tela!
Algumas considerações antes de revelar a magia final... Sempre que algum prato de frutos do mar pede arroz, eu uso o de Jasmin, com ou sem leite de coco, dependendo da receita. Entretanto, como na casa da minha mãe só tinha o velho Tio João parboilizado, não tive para onde correr. Tenho de dizer, entretanto, que o resultado ficou bem harmônico, principalmente pela textura e pelo fato do arroz estar sem os temperos tradicionais. Por fim, sempre que eu olho para essa receita tenho vontade de picar uma dedo de moça e refogá-la junto com a cebola, mas a mamma não suporta pimenta, então continuo na expectativa...
Eu cometi um erro terrível ao clicar na foto abaixo para vê-la em tamanho original... Dá vontade de morder a tela!
Como já havia adiantado, não há palavras para descrever; todos nos refestelamos...
sexta-feira, 15 de maio de 2009
Molho de tomate
Comprei 18 tomates grandes, aproximadamente 3,800 Kg. Eles não estavam perfeitos pra fazer molho, mas foram os únicos que encontrei, então comprei assim mesmo. Após higienizá-los, fiz dois cortes em formato de "x"; um na parte de cima e outro na de baixo de cada tomate. Coloquei os frutos em uma panela com água e sal, em ponto de ebulição, até que a pele se soltasse. Se você for utilizar uma panela pequena, tome o cuidado de virar os tomates para que toda a sua superfície entre em contato com a água.
Como eu odeio lavar louça, já havia refogado uma cebola e uma fatia fina de bacon e deixei o sumo dos tomates caírem nessa panela. Depois foi só levar ao fogo até que encorpasse, acertar o sal e montar o prato com um pouco de gnocchi, molho, parmesão ralado, manjericão e um fiozinho de azeite.
Modéstia à parte, mas ficou uma delícia! Um prato fácil e muito saboroso!
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